Internet a partir dos 50 anos pode retardar declínio do cérebro
O uso regular da internet, ou apenas do e-mail, pode prevenir a perda de memória, conclui um estudo
A investigação, levada a cabo por investigadores da Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil, monitorizou os cérebros de cerca de 6.500 britânicos, entre os 50 e os 90 anos, concluindo que os que usam a internet regularmente, têm um declínio das funções do cérebro mais lento.
O estudo, agora publicado no Journals of Gerontology, realizou-se durante oito anos, com recurso a testes de memória.
“As pessoas que usavam regularmente a internet e o e-mail apresentaram uma melhoria de 3,07% na memória tardia em comparação com aqueles que não usavam a internet”, verificaram os cientistas.
A explicação? A “literacia digital” usa mais redes cognitivas do cérebro e exercita os músculos do cérebro mantendo-o saudável por mais tempo.
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