Estudantes seguram cartazes com frases preconceituosas que eles costumam ouvir
Em Fevereiro deste ano, a pesquisa Dimensão Social das Desigualdades, do sociólogo Carlos Costa Ribeiro, encontrou uma escala de desigualdades que acompanha de forma contínua o escurecimento da cor da pele. Os dados mostram como a cada ponto a mais no escurecimento da cor da pele corresponde também um ponto a menos na escala de oportunidades sociais e económicas.
A campanha “I, too, am Oxford”, criada pelos alunos da instituição, pretende combater este e outros tipos de preconceito. O conjunto de fotos mostra os estudantes a segurar placas com comentários com os quais costumam lidar diariamente, tais como “qual o seu nome africano?”, “Vendes drogas?” ou “O teu cabelo é real?”.
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